11 de setembro de 2020

Cela?

Ficam sempre os questionamentos

Do que poderia ter sido, do que poderia ter acontecido.

Você não pode se arrepender de coisas que nunca fez.

Entao acabo cometendo todos os erros (e as vezes erro novamente, porque insistir no erro é algo prazeroso, mesmo que inconscientemente)

Apontar defeitos se torna relativamente fácil a medida que você tenta esconder os seus. 

Eu não escondo.

Eu disfarço.

Disfarço minhas (im)perfeições com um meio sorriso, com um olhar que pode parecer perdido, mas sabe exatamente onde e o que está olhando.

Eu não observo. Não reparo.

Eu simplesmente admiro. 

A beleza é algo natural (nunca, nunca artificial)

Por favor, não aumente seus lábios, deixe-me ver seus cachos!

Mas se quiser tudo bem.

Como diria uma mulher bárbara: A vida no plástico (é pra ser fantástico?)


 


Chaveiros

Eu ia escrever sobre o amor da minha vida.

Mas mudei de ideia.

O amor da minha vida nunca me magoaria.

O amor da minha vida não seria estúpido.

O amor da minha vida, pelo menos o que eu esperava que fosse,

Não me chatearia com coisas tão pequenas que não podem ser visíveis a olho nu - Ou podem?

Como boletos e preocupações desnecessárias com fatos que sequer aconteceram (ainda)!

Então hoje não escreverei nada sobre o amor.

Porque o amor da minha vida nem ao menos me olhou (da forma como eu gostaria de ser vista)