24 de abril de 2011

São Tomé & Príncipe

São Tomé & Príncipe

Abram-se os olhos,
Libertem-no deste escuro porão
Eu clamo meu Senhor pelo perdão !
Abram as portas e as correntes que o aprisionam
A crueldade,o martírio e a perdição
Fizeram deste homem,homem amargo cuja poeira do que é mal se estabeleceu em seu coração.
Corri aos montes por vales;
Detive meu sofrer ao recordar do teu sorriso,Quão bom fora meu destino,me tiraste da vida a maldade.
Jubilarei e exaltarei meus dias com alegria;
Curarei as feridas;
Que nas trevas me acharam,ao tentar lhe encontrar.
Abram-se teus olhos e vede,
Seu,me faço presente
Tua imagem em meus pensamentos fez cessar minha fome,minha sede.
Nada mais eu peço,por estar contigo todo sempre.

21 de abril de 2011

Bolivianita



Bolivianita

Ninguém é grande o bastante para alcançar o céu,Ninguém é pequeno o suficiente para passar pelo orifício de uma agulha.Seríamos medíocres?Não,todos iguais.
Parte de mim é vazio,porque se é preciso espaços livres,livres para serem preenchidos.
Banalidades estão presentes em toda discussão.O que é banal,não tem importância.
É hora ! De decidir,não com o talvez,mas sim com uma resposta objetiva e definitiva,Para não regressar os dias anteriores.
       Penso que nada pode ser concreto,Se na primeira onda o castelo de areia desmorona,Se no primeiro vento o barco de papel vira.Dos estados existentes,o meu é sólido.
Passos lentos a aproxima da distância.Onde quer que você vá,a noite será escura.
      Que haja veracidade em tuas palavras.Que seja sóbrio,abstrato.
Que ofereça calor que emana dos abraços...
É hora!
Ela apareceu,repentinamente.Tinha a elegância de uma rainha,A face jovem como a de uma menina,Uma pele que se assemelha á uma malha fina.
Mas era seu tempo,e no espelho,metade de uma mulher que acreditou ser forte,e no primeiro vento,que se veio,fora o sopro de sua morte.