Dedicado a minha mãe, cujo os olhos são os mais brilhantes do mundo. Toda alegria, Todo sonho, eu posso viver através deles..
28 de maio de 2011
23 de maio de 2011
Folhas de Plátano
Surpreendente,
Assim define ela a ti
Os dias,as noites sublimes,E o tempo passara..
Ah como queria da vida esse tempo por fim parar!
Aquela melodia,a mesma melodia,a que te invade
Ao ouvir nas tardes só, O tempo passará.
Ah como queria da vida essa melodia onde se faz saudade!
Quando o sol se põe,dá lugar a noite escura
A lua,tão maravilhosa quanto Ele,me leva do tempo presente
A espera,doce espera,me tomas ternura!
Observo-a passar,transformar do sopro um vendaval
De chuva á toa um temporal
Um sorriso oculto,E o tempo corre a não alcançar
Esta é a vida,
Ah como queria,
Encontrá-lo num eterno sonhar.
Assim define ela a ti
Os dias,as noites sublimes,E o tempo passara..
Ah como queria da vida esse tempo por fim parar!
Aquela melodia,a mesma melodia,a que te invade
Ao ouvir nas tardes só, O tempo passará.
Ah como queria da vida essa melodia onde se faz saudade!
Quando o sol se põe,dá lugar a noite escura
A lua,tão maravilhosa quanto Ele,me leva do tempo presente
A espera,doce espera,me tomas ternura!
Observo-a passar,transformar do sopro um vendaval
De chuva á toa um temporal
Um sorriso oculto,E o tempo corre a não alcançar
Esta é a vida,
Ah como queria,
Encontrá-lo num eterno sonhar.
14 de maio de 2011
Vienna
Que se volte então,aquela noite sem luz.
Mas que volte,e ao voltar,peça para o tempo parar.
Dançamos e cantamos,nada nos faria esperar.
Ajuntei e consertei toda tua quebrantada paz.
- Não tenhais medo dos ventos!
Agora,o tempo,uma vez parado não retorna mais.
-Não tenhais medo da vida!
Agora, a morte,avança depressa demais.
Os ponteiros se perderam em meio as clareiras
E eu vi,teus lábios umedecidos;
Não poderia eu saber se corriam por entre os teus cílios
Lágrimas de tristeza ou lágrimas de sorriso.
Mas eu pude ver tudo parar,naquela noite;
Lá dentro,um sentimento frio se fazia açoite.
Porém,o temor não me atingiu
Dançando e cantando,da vida ela partiu.
Mas que volte,e ao voltar,peça para o tempo parar.
Dançamos e cantamos,nada nos faria esperar.
Ajuntei e consertei toda tua quebrantada paz.
- Não tenhais medo dos ventos!
Agora,o tempo,uma vez parado não retorna mais.
-Não tenhais medo da vida!
Agora, a morte,avança depressa demais.
Os ponteiros se perderam em meio as clareiras
E eu vi,teus lábios umedecidos;
Não poderia eu saber se corriam por entre os teus cílios
Lágrimas de tristeza ou lágrimas de sorriso.
Mas eu pude ver tudo parar,naquela noite;
Lá dentro,um sentimento frio se fazia açoite.
Porém,o temor não me atingiu
Dançando e cantando,da vida ela partiu.
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